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9 de setembro de 2026
A preparação institucional deixou de acompanhar apenas a tecnologia. Ela passou a acompanhar a própria dinâmica da investigação. Durante muito tempo, preparar uma instituição para atuar com investigação digital significava investir em equipamentos, atualizar ferramentas e ampliar a capacidade técnica das equipes. Embora esses fatores continuem sendo fundamentais, eles já não são suficientes para responder à complexidade das investigações conduzidas atualmente. A transformação mais significativa ocorrida nos últimos anos não está relacionada apenas ao surgimento de novos dispositivos ou ao aumento do volume de informações disponíveis. Ela está na forma como as evidências passaram a ser produzidas, distribuídas e relacionadas entre si. Uma investigação que anteriormente se concentrava em poucos equipamentos hoje pode depender de informações espalhadas entre smartphones, aplicações de mensagens, serviços em nuvem, dispositivos conectados, plataformas colaborativas e ambientes corporativos administrados por diferentes fornecedores. Em muitos casos, nenhum desses elementos, isoladamente, é suficiente para explicar os fatos investigados. O valor da evidência passa a depender da capacidade de reconstruir relações entre informações dispersas, compreender sua sequência temporal e preservar o contexto em que foram produzidas. Essa mudança altera profundamente a forma como instituições planejam suas atividades investigativas. O desafio deixa de estar concentrado na obtenção da informação e passa a envolver sua gestão ao longo de todo o ciclo investigativo. Isso significa organizar fluxos de trabalho, integrar diferentes etapas da análise, preservar a rastreabilidade das evidências e garantir que decisões técnicas tomadas no início da investigação sustentem a produção de conhecimento até sua conclusão. Sob essa perspectiva, preparar instituições para a próxima geração de investigações digitais representa um processo de fortalecimento contínuo da capacidade institucional. A tecnologia permanece como elemento indispensável dessa construção, mas passa a atuar dentro de uma estratégia mais ampla, que envolve planejamento, governança, atualização permanente e integração entre recursos, processos e pessoas. A complexidade das investigações deixou de ser medida pela quantidade de dados Existe uma percepção recorrente de que o principal desafio das investigações digitais está no crescimento exponencial do volume de dados. Embora esse aumento seja um fator relevante, ele representa apenas uma parte do problema. Na prática, o que tornou as investigações mais complexas foi a fragmentação das evidências. Informações relacionadas a um mesmo evento podem estar distribuídas entre diferentes dispositivos, contas de usuário, serviços em nuvem e aplicações distintas. Um smartphone pode conter apenas parte das comunicações relevantes; registros de autenticação permanecem armazenados pelo provedor do serviço; arquivos podem estar sincronizados automaticamente entre dispositivos; imagens e vídeos circulam por plataformas diferentes; documentos são produzidos e compartilhados em ambientes colaborativos. A compreensão dos fatos depende da capacidade de relacionar essas informações e interpretar o conjunto formado por elas. Essa característica produz impactos diretos sobre a atividade investigativa. A análise deixa de ocorrer de forma linear e passa a exigir procedimentos capazes de preservar conexões entre diferentes fontes de evidência. A ordem cronológica dos acontecimentos, a correlação entre registros produzidos por sistemas distintos e a contextualização das informações tornam-se fatores essenciais para transformar dados em elementos probatórios consistentes. Sob o ponto de vista institucional, essa mudança também altera a forma como laboratórios são organizados. O aumento da diversidade das fontes de evidência amplia o número de etapas necessárias durante a investigação, exige maior especialização das equipes e torna a coordenação entre diferentes atividades um componente crítico da operação. A eficiência deixa de depender exclusivamente da capacidade técnica para extrair dados e passa a estar relacionada à forma como esses dados são administrados ao longo de todo o processo investigativo. A preparação institucional passou a ser uma questão de gestão, e não apenas de tecnologia A fragmentação das evidências digitais produziu um efeito que nem sempre recebe a mesma atenção que os avanços tecnológicos: ela modificou a forma como instituições precisam administrar suas operações investigativas. Durante muito tempo, a modernização da investigação digital esteve fortemente associada à incorporação de novas ferramentas capazes de acessar diferentes tipos de dispositivos e recuperar um volume crescente de informações. Essa necessidade permanece presente, porém deixou de representar, sozinha, o principal fator para o fortalecimento da atividade investigativa. À medida que as evidências passaram a ser distribuídas entre múltiplas fontes, as instituições passaram a lidar com desafios relacionados à coordenação de todo o fluxo investigativo. A organização das demandas, a definição de prioridades, a distribuição dos casos entre equipes, o tempo necessário para processamento das evidências e a integração entre diferentes etapas da análise passaram a influenciar diretamente a capacidade de resposta dos laboratórios. Essa mudança pode ser percebida na rotina operacional. O aumento da quantidade de dispositivos apreendidos, a expansão do volume de dados extraídos de um único equipamento e a necessidade de correlacionar informações provenientes de diferentes ambientes digitais ampliam significativamente o esforço necessário para conduzir uma investigação. Em muitos laboratórios, parte desse impacto se manifesta por meio do crescimento das filas de processamento, do aumento do tempo médio para conclusão das análises e da necessidade de revisar continuamente a utilização dos recursos disponíveis. Por essa razão, preparar uma instituição para os desafios atuais da investigação digital envolve compreender que capacidade investigativa e capacidade operacional tornaram-se dimensões inseparáveis. A qualidade técnica da análise continua sendo essencial, mas sua efetividade também depende da forma como processos, equipes e tecnologias são organizados para sustentar uma operação que cresce continuamente em volume e complexidade. Decisões tecnológicas passaram a produzir impactos institucionais Essa nova realidade também alterou a forma como decisões relacionadas à tecnologia precisam ser tomadas. Durante muitos anos, era relativamente comum que investimentos fossem direcionados para solucionar necessidades específicas, como a aquisição de uma ferramenta capaz de atender determinado tipo de dispositivo ou ampliar a capacidade de extração de evidências. Embora esse modelo pudesse responder a demandas pontuais, ele nem sempre contribuía para reduzir limitações presentes em outras etapas da investigação. Na prática, uma operação investigativa é composta por um conjunto de atividades interdependentes. A obtenção da evidência representa apenas uma dessas etapas. Depois dela, é necessário processar os dados coletados, organizar os materiais produzidos, correlacionar informações provenientes de diferentes fontes, documentar os procedimentos realizados, compartilhar resultados entre equipes e preservar a rastreabilidade de todo esse processo. Quando essas atividades são sustentadas por tecnologias que operam de forma independente, aumenta a necessidade de procedimentos manuais, a transferência de informações entre diferentes ambientes e o retrabalho associado à reorganização dos dados produzidos durante a investigação. Em operações de maior complexidade, esse modelo tende a produzir impactos que vão além da produtividade das equipes, influenciando diretamente a capacidade da instituição de responder com agilidade às demandas investigativas. Por esse motivo, a discussão sobre tecnologia passou a estar diretamente relacionada à estratégia institucional. A escolha das soluções utilizadas pelos laboratórios deixou de considerar apenas funcionalidades específicas e passou a incorporar aspectos como integração entre ferramentas, continuidade do fluxo investigativo, escalabilidade da operação e capacidade de adaptação diante da constante evolução das evidências digitais. A resposta deixou de estar na ferramenta e passou a estar na arquitetura da operação As mudanças observadas na investigação digital fizeram com que muitas instituições revisassem a forma como estruturam suas operações. A incorporação de novas tecnologias continua sendo indispensável, porém passou a representar apenas uma parte de um processo mais amplo de fortalecimento institucional. Essa mudança ocorre porque o desempenho de uma investigação não depende exclusivamente da qualidade de uma ferramenta específica. Ele está relacionado à forma como diferentes capacidades técnicas se conectam ao longo do fluxo investigativo. Uma extração bem-sucedida perde parte do seu valor quando os dados precisam ser reorganizados manualmente para seguir para a etapa seguinte. Da mesma forma, análises consistentes produzem impacto limitado quando permanecem isoladas de processos de gestão, documentação e compartilhamento das informações. Essa percepção levou muitas instituições a substituírem uma lógica baseada na aquisição de soluções independentes por uma visão orientada à integração das atividades investigativas. O objetivo deixa de ser resolver problemas pontuais e passa a ser construir uma operação capaz de acompanhar a evolução das evidências digitais sem criar novos gargalos a cada mudança tecnológica. Sob essa perspectiva, decisões relacionadas à tecnologia deixam de responder apenas à pergunta "o que esta ferramenta faz?" e passam a considerar aspectos como interoperabilidade, continuidade do fluxo investigativo, capacidade de expansão, atualização permanente e aderência aos processos já existentes na instituição. O foco desloca-se da funcionalidade individual para a contribuição que cada solução oferece ao desempenho da operação como um todo. Essa mudança de perspectiva representa um dos principais fatores de maturidade das instituições que atuam com investigação digital. Quanto maior a integração entre tecnologia, processos e equipes, menor tende a ser a fragmentação da operação e maior a capacidade de adaptação diante da constante evolução das evidências. Ecossistemas tecnológicos acompanham a maturidade da investigação digital A necessidade de integrar diferentes etapas da investigação impulsionou o desenvolvimento de plataformas capazes de reunir múltiplas capacidades em um único ecossistema tecnológico. Essa abordagem busca reduzir a fragmentação dos processos investigativos, facilitar a continuidade das análises e permitir que informações produzidas em uma etapa da investigação possam ser aproveitadas ao longo de todo o ciclo de trabalho. Essa abordagem acompanha uma necessidade cada vez mais presente nas instituições responsáveis pela investigação digital: estruturar operações capazes de evoluir continuamente, incorporando novas tecnologias sem comprometer a consistência dos fluxos investigativos nem a qualidade das análises produzidas. Para instituições que precisam responder a demandas crescentes e acompanhar a evolução constante das evidências digitais, essa perspectiva amplia a discussão sobre modernização. A preparação institucional passa pela capacidade de construir operações sustentáveis, integrar tecnologias às rotinas existentes e desenvolver continuamente pessoas e processos. A TechBiz Forense Digital atua nesse contexto apoiando instituições na estruturação e evolução de suas capacidades de investigação digital, reunindo tecnologias especializadas, conhecimento técnico e uma visão integrada do ciclo investigativo. O objetivo é contribuir para operações preparadas para lidar com a diversidade das evidências digitais, preservar a consistência dos processos e acompanhar os novos desafios da investigação.
8 de julho de 2026
O crescimento do uso de criptoativos em crimes financeiros vem transformando a forma como investigadores acompanham movimentações patrimoniais, produzem inteligência e enfrentam os desafios da lavagem de dinheiro no ambiente digital.
Por Franco Sandonato 2 de junho de 2026
A persecução penal se inicia quando mecanismos de resposta ao conhecimento de um fato criminoso são acionados. A força policial investiga, o Ministério Público oferece uma denúncia e o juiz conduz o processo até sua sentença. Todo esse percurso, desde a notícia do crime até o trânsito em julgado da decisão, pode ser afetado por falhas na cadeia de custódia, tornando inadmissível uma prova, mesmo quando ela é determinante no processo investigativo.
Por Marketing Grupo TechBiz 20 de fevereiro de 2026
Casos recentes amplamente divulgados na mídia, como o celular apreendido de Daniel Vorcaro no contexto do Banco Master, além de outras investigações de grande repercussão nacional, voltaram a destacar a importância da extração e análise forense de dispositivos móveis no Brasil. Em diferentes momentos, dados obtidos de celulares contribuíram para o avanço de investigações com apurações complexas. No entanto, a forma como esses procedimentos são retratados publicamente nem sempre reflete o rigor técnico, jurídico e metodológico que orienta a perícia digital.
Homem utilizando computador para fazer a segurança
Por TechBiz Cyber Defesa 25 de novembro de 2025
Entenda os riscos de ciberataques em infraestruturas críticas e conheça as tecnologias que o Grupo Techbiz oferece para proteger ativos essenciais!
Por TechBiz Cyber Defesa 3 de novembro de 2025
Mulher clicando em ícone de segurança
Por TechBiz Cyber Defesa 2 de novembro de 2025
Saiba como criar um plano de resposta para ataques cibernéticos e esteja preparado para agir rapidamente em caso de incidentes. Garanta a segurança dos seus dados!
Mãos utilizando celular em local escuro
Por TechBiz Forense Digital 1 de novembro de 2025
Recuperação de dados apagados: entenda como a perícia forense resgata evidências de HDs, SSDs e dispositivos móveis
Grupo de pessoas em local de trabalho frente ao notebook
Por TechBiz Forense Digital 31 de outubro de 2025
A extração de dados é decisiva para as investigações. Entenda o que é, as técnicas e como garantir a integridade das evidências com a perícia forense!
Por TechBiz Forense Digital 29 de outubro de 2025
Descubra como o pensamento crítico é importante para o sucesso nas investigações digitais. Explore a importância de desenvolver habilidades analíticas e de resolução de problemas para uma investigação aprofundada e conclusões precisas.
Por TechBiz Forense Digital 28 de outubro de 2025
Imagem forense: entenda o que é, como funciona e por que é essencial para garantir a validade das evidências em investigações digitais!
Homem utilizando computador com ícones de segurança e-mail, contato e etc.
Por TechBiz Forense Digital 27 de outubro de 2025
Imagem forense: entenda o que é, como funciona e por que é essencial para garantir a validade das evidências em investigações digitais!
Homem pegando dados com
Por Grupo TechBiz 26 de outubro de 2025
Garanta a validade das provas digitais com este checklist de boas práticas para a cadeia de custódia. Evite erros e proteja suas investigações!
Mulheres em ambiente corporativo validando prova
Por Grupo TechBiz 25 de outubro de 2025
Entenda a validação de provas digitais em investigações. Conheça métodos como hash, cadeia de custódia, registros imutáveis e mais!
Por TechBiz Forense Digital 8 de julho de 2025
Crime financeiro e forense: entenda como a contabilidade forense, análise de dados e rastreamento de ativos impactam a investigação e o combate a fraudes transnacionais.
Por Grupo TechBiz 3 de julho de 2025
Saiba como a tecnologia transforma a coleta de evidências e a cooperação global na resolução de crimes.
Por Grupo TechBiz 1 de julho de 2025
Acompanhe a evolução da tecnologia investigativa ao redor do mundo. Entenda como novas ferramentas e métodos transformaram a investigação criminal em escala global.
Por TechBiz Forense Digital 27 de junho de 2025
Análise de dados críticos com IA: explore como a inteligência artificial processa grandes volumes de informação, identifica tendências e oferece insights para as empresas.
Descubra como a gestão de ativos de TI aumenta a produtividade e a eficiência em investigações digit
Por Grupo TechBiz 24 de junho de 2025
Descubra como a gestão de ativos de TI aumenta a produtividade e a eficiência em investigações digitais. Explore desafios como obsolescência e licenças, e veja como ferramentas otimizam recursos e garantem a cadeia de custódia.
bolsa de faraday
Por Academia TechBiz 20 de junho de 2025
Precisa de uma bolsa de Faraday para perícia forense? Descubra os principais fatores a considerar, como tamanho, material e blindagem, para garantir a integridade das evidências digitais.
Tecnologia forense
Por Grupo TechBiz 18 de junho de 2025
Descubra as últimas tendências em crimes cibernéticos e aprenda como proteger os dados e dispositivos de ataques.
Segurança pública
Por TechBiz Forense Digital 17 de junho de 2025
Explore os desafios e soluções da segurança pública na era digital. Descubra como a tecnologia impacta o combate ao crime e a proteção dos cidadãos.
Por Techbiz Cyber Defesa 23 de maio de 2025
Proteja sua empresa contra ameaças digitais internas e externas com nossas dicas e estratégias. Aprenda a identificar e mitigar riscos, garantindo a segurança dos seus dados!
Por TechBiz Cyber Defesa 21 de maio de 2025
Ataques cibernéticos em ascensão: tendências, dados e dicas de prevenção para você se proteger.
Por TechBiz Forense Digital 19 de maio de 2025
Câmeras inteligentes, análise de dados e IA: saiba como as ferramentas digitais estão transformando a segurança pública e o que esperar do futuro.
Por TechBiz Forense Digital 16 de maio de 2025
Descubra como a tecnologia está sendo utilizada para combater o tráfico humano, desde a identificação de vítimas até o desmantelamento de redes criminosas.
Por TechBiz Forense Digital 14 de maio de 2025
Descubra como as novas tecnologias estão transformando a auditoria forense. Aprenda sobre ferramentas de análise de dados, blockchain e IA que agilizam investigações e detectam fraudes.
Por TechBiz Cyber Defesa 12 de maio de 2025
Explore o uso de machine learning e análise de dados na detecção de fraudes. Entenda como a IA identifica padrões suspeitos e previne crimes cibernéticos.
Por TechBiz Cyber Defesa 9 de maio de 2025
O que o futuro reserva para a cibersegurança em 2025? Desvende as tendências que definirão a proteção de dados e a segurança online nos próximos anos.
segurança da informação
Por TechBiz Cyber Defesa 7 de maio de 2025
Descubra como a segurança da informação protege sua empresa contra fraudes. Explore tipos de fraude, estratégias de proteção e a importância da auditoria para um ambiente corporativo seguro.
Por Techbiz Cyber Defesa 5 de maio de 2025
Cada dia mais, criminosos cibernéticos exploram vulnerabilidades em sistemas e dispositivos para extorquir vítimas, exigindo resgates em troca da devolução de dados ou do controle de equipamentos.  O sequestro digital pode ter consequências devastadoras, desde a perda de informações pessoais e financeiras até o comprometimento de operações de empresas e instituições. De acordo com Fórum Brasileiro de Segurança Pública , os ataques online, especialmente aqueles realizados por meio das redes sociais, têm apresentado um crescimento notável, entre 2018 e 2023 os casos de estelionato tiveram um aumento de mais de 300%. Diante desse cenário, a melhor medida é sempre a prevenção. Para isso, é importante que você conheça os diferentes tipos de sequestro digital, como ransomware, phishing e ataques DDoS, e saiba como adotar medidas de segurança efetivas. Neste artigo, explicamos o conceito do sequestro digital, as principais ameaças e dicas práticas para proteger seus dados e dispositivos. Acompanhe! O que é o sequestro digital? O sequestro digital, também conhecido como ransomware, é um tipo de ataque cibernético no qual os criminosos bloqueiam o acesso a dados ou sistemas de uma vítima, exigindo um resgate para restaurar o acesso. Essa prática explora vulnerabilidades em softwares e sistemas operacionais, utilizando malwares para criptografar arquivos e impedir o funcionamento de dispositivos. Os ataques podem atingir desde usuários individuais até grandes corporações, causando prejuízos financeiros e operacionais expressivos. Um exemplo notório de sequestro digital ocorreu em 2021, quando a empresa JBS, uma das maiores processadoras de carne do mundo, foi alvo de um ataque de ransomware. Os criminosos conseguiram paralisar parte da produção da empresa, afetando suas operações em diversos países. A JBS foi obrigada a pagar um resgate de US$ 11 milhões em criptomoedas para restabelecer seus sistemas e evitar maiores prejuízos. Esse caso ilustra a dimensão e o impacto que o sequestro digital pode ter em grandes empresas, evidenciando a necessidade de investimentos em segurança cibernética. Quais são os principais métodos utilizados pelos sequestradores? Os sequestradores digitais utilizam uma variedade de métodos para realizar seus ataques, sendo a criptografia de arquivos um dos mais comuns. Nesse método, os criminosos utilizam softwares maliciosos, conhecidos como ransomware, para criptografar os arquivos da vítima, tornando-os inacessíveis. Em seguida, exigem um resgate, geralmente em criptomoedas — como aconteceu no caso JBS — para fornecer a chave de descriptografia e restaurar o acesso aos dados. Outra tática frequente é a extorsão financeira, na qual os criminosos ameaçam divulgar informações confidenciais ou prejudicar a reputação da vítima caso o resgate não seja pago. Além da criptografia e da extorsão, os sequestradores também podem explorar vulnerabilidades em sistemas e softwares para obter acesso não autorizado a dispositivos e redes. Ataques de phishing, por exemplo, são utilizados para enganar as vítimas e obter informações confidenciais, como senhas e dados bancários. Já os ataques de DDoS (negação de serviço distribuído) são outra forma de sequestro digital, na qual os criminosos sobrecarregam um servidor com tráfego malicioso, impedindo o acesso de usuários legítimos. Quais medidas preventivas você pode adotar? A prevenção é a melhor defesa contra esse tipo de situação. Uma das medidas mais importantes é realizar backups regulares de seus dados. Isso garante que, mesmo que seus arquivos sejam criptografados, você possa restaurá-los a partir de uma cópia segura. Os backups devem ser armazenados em locais diferentes do seu computador ou rede principal, como em um disco rígido externo ou em um serviço de armazenamento em nuvem. Também é preciso manter seus softwares e sistemas operacionais atualizados. As atualizações geralmente incluem correções de segurança que protegem contra vulnerabilidades exploradas por criminosos. Outra medida preventiva é a conscientização sobre phishing e outras táticas de engenharia social. Frequentemente, os sequestradores usam e-mails e mensagens enganosas para induzir as vítimas a clicar em links maliciosos ou baixar arquivos infectados. Para evitar riscos, a recomendação é sempre verificar a origem de e-mails e mensagens suspeitas e evitar clicar em links ou baixar arquivos de fontes desconhecidas. Somado a isso, a implementação de medidas de segurança como firewalls e antivírus, cria uma camada adicional de segurança. Para empresas, a segurança cibernética deve ser uma prioridade. Em um cenário cada vez mais digitalizado e dependente de tecnologia, investir em soluções de segurança avançadas, como sistemas de detecção de intrusão e monitoramento de rede. Empresas especializadas ajudarão a avaliar as necessidades do seu negócio, realizando, por exemplo, testes de penetração regulares que ajudam a identificar e corrigir eventuais vulnerabilidades em seus sistemas. Quais as melhores práticas para recuperação de dados após um ataque? Após um ataque de sequestro digital, a recuperação de dados deve ser tratada com urgência. Para isso, a primeira medida é isolar os sistemas afetados para evitar a propagação do ataque. Em seguida, é identificado o tipo de ransomware utilizado, já que isso pode influenciar as opções de recuperação. A Techbiz Cyber oferece serviços especializados em análise forense digital, auxiliando na identificação do malware e na avaliação dos danos causados. Em geral, a restauração de dados a partir de backups é a forma mais eficaz de recuperação. No entanto, é preciso garantir que os backups estejam íntegros e livres de malware. A Techbiz Cyber auxilia na implementação de estratégias de backup e na validação dos dados recuperados, garantindo a continuidade das operações. Somado a isso, a empresa oferece soluções de recuperação de dados em ambientes complexos, como servidores e bancos de dados, minimizando o tempo de inatividade. Em alguns casos, pode ser possível utilizar ferramentas de descriptografia para recuperar os dados sem pagar o resgate. No entanto, essa opção depende do tipo de ransomware e da disponibilidade de ferramentas de descriptografia. A comunicação transparente com clientes, parceiros e autoridades é uma etapa importante nesse processo de recuperação e faz toda a diferença quando a empresa tem o suporte de um assessoria especializada em segurança digital. A Techbiz Cyber auxilia na elaboração de planos de comunicação, garantindo que todas as partes interessadas sejam informadas sobre a situação e as medidas tomadas. Também oferecemos suporte na notificação de incidentes às autoridades competentes, conforme determina a legislação em vigor. ____________________________________________________________________________ O sequestro digital é uma realidade e precisa ser objeto de planejamento preventivo nas empresas. A Techbiz Cyber compreende que a prevenção é fundamental, mas estar preparado para a recuperação é igualmente importante. Por isso, oferecemos serviços abrangentes de segurança cibernética, desde a prevenção de ataques até a recuperação de dados, garantindo a proteção e a continuidade dos negócios de seus clientes. Acesse nosso site e conheça!
sequestro de dados digitais
Por TechBiz Cyber Defesa 5 de maio de 2025
Ataque de ransomware? Sequestro de dados digitais? Este artigo detalha a importância do isolamento de sistemas, avaliação do ataque e opções de recuperação de dados.
ataques cibernéticos
Por TechBiz Cyber Defesa 2 de maio de 2025
Descubra as melhores práticas para proteger sua empresa contra ataques cibernéticos, desde a implementação de medidas técnicas até a conscientização dos funcionários.
Por TechBiz Forense Digital 30 de abril de 2025
Explore o processo da perícia forense digital, desde a coleta de dados até a análise de evidências, e entenda como ela auxilia na elucidação de crimes complexos
Por Academia TechBiz 28 de abril de 2025
Descubra como a forense digital ajuda a identificar e combater o roubo de dados, a pirataria e outras violações, garantindo a proteção da propriedade intelectual.
Por TechBiz Cyber Defesa 25 de abril de 2025
Saiba como identificar os sinais de alerta de fraudes digitais e evite cair em golpes online. Conheça os tipos mais comuns de fraudes e dicas de prevenção.
Por TechBiz Cyber Defesa 23 de abril de 2025
Aprenda o passo a passo para criar uma estratégia de segurança cibernética. Identifique riscos, defina políticas e implemente soluções de proteção!
Por TechBiz Forense Digital 23 de abril de 2025
Saiba mais sobre a análise forense e descubra sua relevância em investigações criminais.
Por TechBiz Cyber Defesa 17 de abril de 2025
Descubra as técnicas modernas de engenharia de detecção para identificar ameaças cibernéticas em tempo real. Aprenda sobre análise comportamental, SIEM, IDS e muito mais.
Por TechBiz Cyber Defesa 15 de abril de 2025
Aprenda a proteger sua empresa contra ameaças cibernéticas com o Zero Trust. Entenda o conceito e veja um passo a passo para implementar.
Por TechBiz Forense Digital 31 de março de 2025
Vitória Regina Sousa, 17 anos, desapareceu em 26 de fevereiro de 2025 e foi encontrada morta uma semana depois, em Cajamar (SP). O caso mobilizou a Polícia Civil do São Paulo, que contou com tecnologias avançadas de investigação digital para identificar o autor do crime.
Por TechBiz Forense Digital 24 de março de 2025
Chainalysis, Cellebrite e TechBiz Forense Digital unem forças para levar ao setor público brasileiro soluções integradas de inteligência digital, análise de blockchain e investigação forense de criptomoedas.
Por TechBiz Forense Digital 19 de março de 2025
A transformação digital tem sido um pilar essencial para a modernização das investigações forenses, e a nova atualização do MD-VIDEO AI representa um salto significativo na análise de evidências em vídeo. Agora equipado com busca facial aprimorada, restauração facial e reconhecimento avançado de placas de veículos, o software redefine a eficiência das investigações criminais, oferecendo uma precisão sem precedentes na identificação de suspeitos e na retenção de informações críticas. Inteligência Artificial a Serviço de Investigação Criminal A análise de vídeos sempre foi um dos desafios mais complexos para as forças de segurança. Uma grande quantidade de material a ser revisado manualmente e a baixa qualidade das imagens muitas vezes dificultam a obtenção de evidências confiáveis. Com a integração de IA avançada, o MD-VIDEO AI não apenas automatiza esse processo, mas também potencializa a capacidade do pesquisador de identificar e rastrear elementos-chave com rapidez e precisão. As novas funcionalidades colocam a tecnologia um passo à frente na denúncia de cenas criminais, eliminando gargalos investigativos e permitindo que as autoridades ajam com mais assertividade. Busca Facial: Encontrando Suspeitos com Precisão A nova funcionalidade de busca facial do MD-VIDEO AI otimiza a identificação de indivíduos em vídeos de segurança, eliminando a necessidade de revisão manual quadro a quadro. Pesquisa baseada em imagem: O pesquisador pode carregar uma foto de referência e o sistema analisará o vídeo para encontrar possíveis correspondências. Filtragem inteligente: A IA permite refinar pesquisas usando filtros baseados em análise forense. Processamento massivo de dados: com tecnologia avançada, a análise de vídeos extensos acontece em uma fração do tempo necessária nos métodos convencionais. A velocidade e precisão desse recurso são essenciais para acelerar investigações e identificar suspeitos antes que as evidências se percam. Restauração Facial: Recuperando Detalhes Antes Indiscerníveis Muitas investigações esbarram em imagens de baixa qualidade que impossibilitam a identificação visual de suspeitos. O recurso de restauração facial do MD-VIDEO AI soluciona esse problema, possibilitando o aprimoramento aprimorado de rostos a partir de imagens degradadas. Reconstrução a partir de múltiplas capturas: O sistema compila diferentes frames de vídeo para criar uma imagem mais nítida do rosto. Aprimoramento de detalhes: elementos que antes eram invisíveis, como cicatrizes ou expressões físicas, agora podem ser recuperados. Auxílio na identificação de suspeitos: Mesmo imagens borradas ou distorcidas podem ser reconstruídas para uma análise mais precisa. Esse avanço fornece uma nova perspectiva para casos em que as evidências visuais eram limitadas, aumentando as chances de identificação correta e causando erros investigativos. Aprimoramento no Reconhecimento de Placas de Veículos Além da análise facial, o MD-VIDEO AI também recebeu melhorias no reconhecimento de placas de veículos. Essa funcionalidade é crucial para investigações que envolvam rastreamento de suspeitos ou identificação de veículos usados ​​em crimes. Maior precisão na leitura de placas mesmo em baixa qualidade Capacidade de identificar placas parcialmente visíveis Integração com bancos de dados para intervalos de informações Com essa tecnologia, o pesquisador pode mapear posicionamentos, reconstruir trajetórias e conectar evidências de maneira mais eficiente. Impacto Direto na Resolução de Casos As novas funcionalidades do MD-VIDEO AI já estão sendo aplicadas em investigações reais, proporcionando redução no tempo de análise, aumento na taxa de identificação de suspeitos e maior assertividade na coleta de provas. Desde homicídios até fraudes e sequestros, essa tecnologia se tornou uma estratégia diferencial para forças de segurança públicas e agências de investigação, garantindo que nenhuma evidência visual passe despercebida.
Por Grupo TechBiz 14 de fevereiro de 2025
A TechBiz Forense Digital, em parceria com a Social Links, lança a plataforma de investigação digital SNAP Crimewall
Por Renato Maia 11 de fevereiro de 2025
Com o custo por milhões de “tokens” (os bits do novo mundo da IA., como tratamos em Adorável Novo Mundo da Inteligência ) tendendo rapidamente a zero, é razoável prever que todo e qualquer software incorporará “inteligência” como uma funcionalidade essencial. Nas primeiras versões, de maneira chamativa, com destaque inversamente proporcional à utilidade real. Com o tempo, imagino, a “inteligência” se tornará cada vez mais sutil. Invisível. E, ao mesmo tempo, cada vez mais essencial e útil. Olhando apenas para o nosso próprio umbigo, além das óbvias aplicações de IA em todo e qualquer conteúdo textual encontrado em investigações digitais – a capacidade de resumir, agregar, explicar e de realizar consultas semânticas (em substituição à tradicional por palavras-chave) – certamente ainda descobriremos inúmeras aplicações criativas destes modelos para nossos desafios investigativos. Modelos multimodais (que aceitam texto, imagem, vídeo e áudio como entrada) nos permitirão realizar a transcrição em texto - e tradução automática entre quaisquer idiomas - de arquivos de áudio ou vídeo. Modelos especializados em visão computacional (como o excelente LLava ou o LLAMA-3.2-Vision) transformarão nossa capacidade de analisar imagens e vídeos. Dando um zoom ainda mais profundo, por exemplo, em aplicações de dispositivos móveis, não é difícil imaginar que entraremos em uma era na qual a capacidade de entender, interpretar e consultar dados de novos “apps” para celulares será absurdamente acelerada. Talvez, em breve, o poder de criar um novo agente inteligente capaz de ler, interpretar e exibir dados do mais novo e popular “app” de chat ou rede social, residirá, não mais exclusivamente, nas mãos dos desenvolvedores e experts, mas migrará para os usuários e investigadores na linha de frente. Traçando um paralelo com o surgimento da era dos Computadores Pessoais (PCs), quando a então recém-criada Microsoft nos apresentou a visão de “um computador em cada mesa”, não estamos longe de entrar em uma nova: a dos “Softwares Pessoais”, em que veremos uma explosão no número de novos pequenos softwares, apps e automações criados (e descartados) sob demanda (e a custo infinitesimal) por modelos de IA para resolver toda e qualquer necessidade de cada um de nós. “O futuro chegou. Só não está uniformemente distribuído”, já bem escreveu William Gibson. Recomendo que aproveitemos este “cavalo arreado” e aceleremos juntos a distribuição deste novo e empolgante futuro. Até a próxima.
Por Ibsen Maciel 16 de dezembro de 2024
Polícia Civil do Estado do Pará DECCC - Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos LABCEDF – Laboratório de Computação e Extração de Dados Forense A Operação Guardião Digital, deflagrada no dia 2 de julho de 2024, foi coordenada pela Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC) da Polícia Civil do Pará, com o apoio da Polícia Civil de São Paulo. A missão envolveu cerca de 29 agentes de segurança e abrangeu 12 municípios de São Paulo, além da região metropolitana da capital paulista.
Por Renato Maia 24 de outubro de 2024
Precisamos reconhecer os exageros. O marketing hiperbólico e excessivo. Quem, afinal de contas, quer realmente uma escova de dentes elétrica com uma suposta Inteligência Artificial embutida? Sim... em determinados momentos é cansativo. Mas se conseguirmos dissipar este nevoeiro dos abusos oportunistas, impossível não perceber que vivemos uma verdadeira revolução tecnológica. Uma nova corrida do ouro, onde o principal fabricante das picaretas modernas (a NVIDIA com suas placas aceleradoras de IA) se tornou a empresa mais valiosa do mundo. Enquanto a OpenAI e centenas de empresas investem bilhões, digladiando entre si por acesso ao ferramental necessário para nos entregar o sonho da inteligência artificial geral. Desde os primórdios da ciência da computação e da tecnologia da informação aplicada aos negócios, nossos esforços se concentraram em processar bits. O bit, 0 ou 1, a presença ou ausência de sinal elétrico, sempre foi nossa unidade básica de processamento. Executar velozmente o conjunto de operações binárias necessárias fez com que um quase duopólio Intel-Microsoft prosperasse por décadas. No novo mundo da Inteligência Artificial, processar bits se tornou quase irrelevante. O que interessa agora são os “tokens” (podem ser simploriamente aproximados como “1 token = 1 palavra”). Modelos de IA processam e produzem tokens. Têm sua capacidade de memória (contexto) definida em quantidade de tokens. E este simples fato, muda e mudará tudo. Nos últimos 18 meses o custo médio de se processar 1 milhão de “tokens” usando modelos comerciais caiu de U$ 36,00 para U$ 0,25. E este valor continua em tendência de queda. Integrar inteligência em toda e qualquer solução de software já é viável economicamente. Seremos todos atropelados por esta nova onda. Nada permanecerá como antes. Teremos, por um lado, novos desafios e artefatos digitais a investigar. Por outro, acesso a ferramentas e soluções anteriormente inimagináveis. A natureza sensível e confidencial dos nossos dados (tokens), entretanto, nos exigirá cuidados adicionais na adoção e uso destes novos modelos. Desenvolver a capacidade de executar modelos de IA localmente, em modo privado, poderá ser uma competência fundamental. Este Blog da TechBiz é um canal de compartilhamento do pensar, uma janela para diálogos sobre como melhor aproveitar esta inexorável onda revolucionária. Siga nossos perfis nas redes sociais e visite nosso site para se manter atualizado com análises e perspectivas sobre as novidades tecnológicas que continuarão a nos surpreender. Até a próxima.
Por Paula Oliveira 19 de setembro de 2024
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi sancionada em 2018 e entrou em vigor em 2020 com o objetivo de garantir a privacidade e o direito à autodeterminação informativa dos brasileiros. A lei estabelece regras claras para a coleta, o uso, o armazenamento e o compartilhamento de dados pessoais, conferindo maior controle aos indivíduos sobre suas informações. Com a LGPD, os dados pessoais só podem ser tratados com base em fundamentos legais, como consentimento do titular, cumprimento de contrato, ou por necessidade legal. Isso significa que empresas e organizações devem ter clareza e justificativas específicas para o uso das informações, evitando abusos e garantindo transparência. A lei concede aos titulares dos dados uma série de direitos, como o acesso às suas informações, a correção de dados incompletos, imprecisos ou desatualizados, a portabilidade dos dados, a eliminação de dados desnecessários, a oposição ao tratamento de dados e a revogação do consentimento. A segurança da informação é um pilar fundamental da LGPD. As organizações devem implementar medidas técnicas e administrativas robustas para proteger os dados pessoais contra acesso não autorizado, perda, destruição, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento ilícito. Implementar a LGPD exige ajustes e investimentos, mas os benefícios a longo prazo são significativos. Com maior proteção de dados e maior confiança dos consumidores, as organizações estarão mais preparadas para enfrentarem o futuro digital com segurança e responsabilidade. A Lei Geral de Proteção de Dados brasileira (LGPD) pode ser acessada na integra através do link: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm
Por Paula Oliveira 19 de setembro de 2024
Blockchain é uma tecnologia de registro distribuído que permite a realização de transações digitais de forma segura, transparente e imutável.
Por TechBiz Forense Digital 18 de setembro de 2024
O Impacto da Tecnologia na Operação Rei do Gado
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